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Declarações do 'The Prodigy'

Uma das figuras mais conhecidas da história da MMA, BJ Penn, o 'The Prodigy', retorna ao octógono no dia 28 de agosto, no principal evento do UFC 118, em Boston, na tentativa de recuperar das mãos de Frankie Edgar o seu cinturão do peso leve. Aqui estão algumas declarações mais memoráveis do sempre franco campeão em duas divisões diferentes.      
    Lutando em categorias diferentes      "Já se falou muito sobre essa questão, mas agora quero apenas ser o melhor que puder. Quem sabe quantas lutas ainda tenho pela frente? Então quero apenas lutar e ser feliz comigo mesmo".          Lidando com as expectativas    "No início foi bem difícil, mas agora quero apenas provar que aquelas pessoas estão certas. Se elas vão dizer aos seus amigos que eu sou muito bom e posso fazer um monte de coisas, então eu quero ir até lá, ser o melhor e fazer esse monte de coisas. Quero que elas possam virar para os seus amigos e falar 'eu não disse?'"            Lutador vs Atleta     "Eu preciso não gostar da pessoa que está do outro lado do ringue e é por isso que me considero diferente em vários aspectos, não apenas como atleta,  mas como lutador. Quando as pessoas lutam na vida real, não é porque elas são atletas, mas porque algo as irritou. Quando um homem levanta seus punhos, é porque acabaram suas ideias. Esses são instintos naturais que eu tenho e se eu quero que alguém lute comigo, espero que ele esteja irritado para que ele possa me irritar e, então, possamos lutar".          Estilo de Luta      "Talvez porque eu não costume treinar com pessoas diferentes o tempo todo, o meu estilo é meio diferente. Quando você treina em uma academia, com outros 50 atletas de MMA, todos acabam ficando parecidos. Eu treino no Havai, e, ainda melhor, longe da ilha principal, então não me envolvo com outros lutadores. Talvez por isso meus golpes pareçam diferentes para os outros".          Treino    "Eu tenho treinado bem mais forte. Antigamente eu me orgulhava do quão pouco precisava fazer para conquistar uma vitória, mas agora prefiro me gabar do quanto eu treino para isso. Eu tento treinar bastante, me alimentar bem e ver até onde consigo chegar".          

Momento de acordar      "Acho que foi em dezembro de 2006, quando fiz 28 anos. Eu me lembro de dizer 'o que estou fazendo? Porque não estou levando isso a sério? Esse é o maior  esporte do mundo'".          

Em um nível próprio   "Eu quero ser categorizado em um nível próprio, assim como Randy Couture. Você não quer estar no meio junto de todo o resto. Quando eles falam sobre você, você quer que eles digam algo especial, como um Joe Frazier ou Muhammad Ali, esse tipo de gente. Você quer se extraordinário".          

Pressão    "Quando se trata de pressão, eu costumava odiar e era isso que me derrubava. Eu costumava odiar lutar para os outros, responder os outros. Eu só queria fazer aquilo por mim. Agora eu acho que essa é outra coisa que mudou em mim. Hoje eu amo fazer isso por todo mundo. Adoro quando as pessoas falam comigo,  quando me apóiam. Eu não costumava ficar feliz com a ideia de todas essas pessoas colocando pressão em mim, mas agora eu entendo o motivo delas fazerem isso e adoro".            Novo Começo    "Algo simplesmente acordou dentro de mim e disse 'o que você está fazendo? Você pode derrotar qualquer uma dessas pessoas. Está mais do que na hora de você mostrar o seu jogo'. Se você não consegue, então não consegue, mas pelo menos você assume que tentou. Não consigo descrever o quanto me sinto empolgado com a luta nesse momento. É o que eu sou, é quem eu sou e é o que eu quero ser".           Começo    "As lutas contra Din Thomas e Caol Uno foram, provavelmente, duas das melhores coisas da minha carreira, pois me permitiram ser mais conhecido e conquistar uma base de fãs, mas também se tornaram uma das piores pela questão da experiência para a luta pelo título. Eu tive medo de estar no evento principal, de conquistar o cinturão. Eu não estava pronto para ser comemorado, eu era apenas um garoto".      

Lutando pelo Dinheiro     "Eu nunca levei a sério, mas comecei a pensar assim antes das finais do Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu. Eu estava na final e me lembro de pensar 'eu nunca estarei nessa posição novamente. Então vá lá e faça o possível e o impossível para vencer'. E é por isso que eu acho que sou bom sob pressão".     

Preparo Físico      "Todos sempre falam sobre meu preparo físico e como podem me derrotar. Mas eles esquecem que lutei contra Sean Sherk e ele é considerado uma máquina cardíaca. Eu lutei contra Kenny Florian e ele não se cansa. Eu já lutei com tantas pessoas bem preparadas nos últimos anos, mas eles insistem em falar desse assunto".  
       Jogo Mental  "A parte mental é tudo. As técnicas têm de ser infalíveis, mas a mente precisa ser forte e você não pode desistir".    
      Campeão Mundial do Peso Leve   "Eu lembro de quando eu costumava pensar, com 21 anos, como seria ser um campeão do peso leve. Mas às vezes você chega lá e não dá valor. Só de lembrar disso tudo já fico empolgado".        Tudo sobre a luta      "Quando eu entrei nesse esporte, era tudo sobre a luta. Mas aí veio aquela coisa de promover a luta e tentar fazer o lutador ser famoso, mas eu voltei a pensar que tudo isso é sobre e para a luta".         

Sucesso      Ao longo do tempo você percebe que não é possível julgar o sucesso por meio dos campeonatos conquistados. Um dia você está no topo do mundo e no dia seguinte, lá embaixo. Eu prefiro pensar que você precisa lutar diariamente e estar sempre crescendo. Eu costumava pensar 'preciso vencer, vencer, vencer' e, muitas vezes, quando você tem esse pensamento, você acaba fazendo menos do que seu melhor. Agora eu devo ir até lá e fazer o meu melhor e as coisas acontecerão da forma que elas devem acontecer".  
     Legado   "Antes eu pensava demais nas coisas, mas hoje tento apenas me manter por aqui. É incrível e é o tipo da coisa que não quero falar antes do tempo. Eu prefiro falar sobre isso quando estiver gordo, passeando por aí, aposentado desse universo. Aí sim posso falar o quanto foi incrível".

      BJ Penn  "Você não sabe o que vai acontecer, mas você sabe que alguma coisa irá acontecer. Ele pode te desapontar, ele pode te deixar feliz, ele pode fazer você chorar, ele pode fazer você levantar da sua cadeira, mas algo ele certamente fará para você".